Um filme de António Lopes Ribeiro
Sinopse:
A tempestuosa paixão de um jovem amador dramático, caixeiro nos Grandes Armazens Grandela, por uma simpática empregada da Perfurmaria da Moda, Tatão, cinéfila incondicional assediada por Artur de Castro, um cínico sedutor.
Actores: Arthur Duarte, Vasco Santana, Emília de Oliveira, Luísa Durão, João Villaret, Henrique de Albuquerque, Regina Montenegro, Teresa Gomes, Armando Machado, Joaquim Prata, Leonor Maia, Francisco Ribeiro (Ribeirinho), Barroso Lopes, Eliezer Kamenescky, Graça Maria, Laura Alves, Reginaldo Duarte, Pereira Saraiva, Manuel Correia, Nelly Esteves, Idalina Oliveira, Seixas Pereira, Júlia Assunção, Zeca Fernandes, Alice Rodrigues, Mário Fernandes.
Realização
António Lopes Ribeiro
Argumento
António Lopes Ribeiro
Diálogos
António Lopes Ribeiro
Vasco Santana
Francisco Ribeiro (Ribeirinho)
Assist. Realização
Constantino Esteves
Perdigão Queiroga
Dir. Fotografia
J. César de Sá
Imagem
Perdigão Queiroga
Montagem
Vieira de Sousa
Decoração
Roberto Araújo
Dir. Som
Luís Sousa Santos
Música
Fernando de Carvalho
Raúl Portela
Dir. Produção
António Lopes Ribeiro
Produtor
António Lopes Ribeiro
Duração:
118 min.
Local de Estreia:
Eden (Lisboa) - 19 de Setembro de 1941
Legendas: Inglês e francês
"Para além dos méritos do script - O Pai Tirano - é basicamente um filme de argumento - três actores geniais: Ribeirinho, Vasco Santana e Teresa Gomes - ajudaram poderosamente a levar este curiosíssimo exemplo de teatro filmado e de filme teatral (o argumento funciona tanto sobre a representação de uma peça como sobre a oposição teatro/cinema no interior da representação que a envolve) à quintessência do género. O resto (...) é uma questão de timing e aí chapeau para Lopes Ribeiro, na melhor prestação da sua carreira."
João Bénard da Costa, in Histórias do Cinema, col. Sínteses da Cultura Portuguesa, Europália 91, ed. Imprensa Nacional Casa da Moeda, 1991